Ilmo. Sua Excelência Luiz Inácio Lula da Silva,
Não sei se você lembra-me. Você conheçou-me quando tínhamos só quatro anos. Estávamos na mesma pau-de-arara. Vendíamos amendoins juntos. É muito triste, mas agora estou no presidiário. Durante um tempo mau, roubei pão para minha familia que estava com fome. Um polícia pegou-me, e ainda estou aqui, trinta anos depois. Tenho duas netas quem não conheçam correctamente ao seu avô. Por favor, deixa-me sair do presidiário e deixa-me começar uma nova vida.
Seu amigo,
Severo
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